E se o maior maestro da história se encontrasse com o assassino mais temido do século XIX?
Londres, 1888. Entre becos sujos, um raríssimo gin e teclas de piano, o nome de Mozart ressurge numa investigação sombria ao lado de Jack, o Estripador. Uma jornada gótica onde música e sangue compõem a mesma melodia.
Em uma noite chuvosa de 1888, no decadente bordel Ten Bells, o lendário Wolfgang Amadeus Mozart revive através da imaginação do autor Bruno Godoi. Ao provar um raríssimo gin do Barão de Montesquieu, o maestro se vê atraído para uma jornada nas entranhas de Porto Belo — uma cidade portuária marcada pelo charme vitoriano e pelo terror nas manchetes dos jornais.
Enquanto os acordes de suas composições ecoam por vielas enevoadas, o nome de Jack, o Estripador atormenta o silêncio das noites. O maestro, antes cativo das teclas, agora segue uma trilha sombria e sangrenta. Entre instrumentos musicais, cadáveres e garrafas de gin, a música se torna um réquiem — e o palco, uma arena mortal.
“Amadeus, Jack” é um romance sombrio e artístico, onde a música clássica e o horror caminham lado a lado pelas ruas de Londres no século XIX.
“Escrever esse livro foi um trabalho de anos de pesquisa.
Aqui, todas as mulheres mortas por Jack, O Estripador, são reais, bem como vários personagens que fazem parte deste caso e da narrativa num todo. Os locais ambientados na história também são reais, como Whitechapel (o lado leste de Londres).
A biografia de Mozart foi muito utilizada para a criação do meu Amadeus, e o fato de eu tê-lo tirado de sua época e país, não interfere na veracidade dos acontecimentos.
Enfim, é um livro histórico, real e fantasioso, com uma licença poética. Para fãs de romances históricos e interessadas na recriação da Londres vitoriana.”
– Bruno Godoi
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